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Mostrando postagens de 2013

Amargo regresso

C.- Estou me sentindo muito perdida. Estou com 34 anos, e sou formada, morava em São Paulo. Mas por causa de alguns problemas familiares, tive que retornar para a cidade do interior onde minha mãe mora com minha filha de 15 anos. Aqui é uma cidade sem recursos, é o fim do mundo, estou acostumada com uma vida corrida e agora estou aqui sem nenhuma perspectiva, pois aqui não encontro nada voltado para minha área.Sinto que a cada dia estou me acabando estou aqui apenas 4 meses, mas parece que estou há anos. Sou uma pessoa cheia de vida, que tenho vários projetos, sonhos, mas que aqui não vejo como realiza-los.Preciso de ajuda para aceitar esta nova condição de vida, mas a unica coisa que sei fazer é chorar e ficar irritada com todos.Me ajude a pensar.Obrigado por este espaço para me abrir e desabafar minha inquietação e desespero. Resposta: Cara C., seu e mail indica que entrou num processo depressivo.O choro constante e a irritação podem ser sintomas de depressão. Não mencionou a

O Suicídio:quanto antes detectar, mais fácil prevenir.

No Brasil ocorrem, em média, 25 suicídios por dia. Somente em 2014 o suicídio matou mais pessoas do que a AIDS ou a guerra .Não há morte por suicídio.  Há morte por depressão. Quanto antes se detectar, mais fácil prevenir. * “Quem fala não faz” é um mito comum sobre o suicídio.  A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. São praticamente anúncios. Normalmente os mais jovens são mais diretos. Eles verbalizam claramente, ou avisam pelas redes sociais, por e mail. Já os mais idosos são mais sutis. Eles se despedem distribuindo posses. Há também os sinais indiretos, que precisam ser decodificados. Um tipo de sinal, neste caso, é começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas. São os chamados suicidas passivos.   *Perguntar se a pessoa pensa em se suicidar não a induzirá ao ato?  Ao contrário, falar sobre o assunto pode salvar muitas vidas. Se você ficou desconfiado diante d

PESSOAS TÓXICAS - CUIDADO!

Muitos dos problemas de autoestima que afetam milhares de jovens e adultos nada têm a ver com doenças de carater emocional ou psicológico, (embora possam vir a se tornar um problema desse genero), mas a sua genese está nas pessoas tóxicas que permitem que interfiram e permaneçam na sua vida. Estas pessoas têm a capacidade de despertar o pior que há em nós e até de nos fazer acreditar que somos frageis, instáveis, incapazes de tomar decisões sem o seu parecer, incapazes de nos relacionar com o próximo e de sermos independentes. Por norma, as pessoas tóxicas procuram controlar os outros através do abuso emocional. Levam os que lhes são próximos- através das críticas constantes- a crer que algo terrível lhes acontecerá se algum dia se desprenderem deles. Incapazes de fazer um elogio, dão ares de conhecer grandes segredos a respeito das outras pessoas, de saber coisas que mais ninguém sabe, tudo para os certificar que a terra para de girar se eles assim o desejarem. Muitas pessoas

Minha filha é gay. E agora ?

R.L.-Estou passando por uma fase muito difícil: minha filha de 18 anos vem me dizer que e gay! Quase morri.Disse pra ela não contar pra ninguém da família.Eu sou culpada por que  sempre falei mal dos homens, estou casada com o pai dela só por causa da situação financeira (olha que vai fazer 22 anos que estou neste casamento), nunca fui feliz com ele e acho que isto influenciou muito ela.Alem de tudo tem uma tia que é gay assumida, e quando contei pra ela que a tia era, falei que era normal (ela estava com 11 anos). Apesar do pai dela conversar com a namorada da tia dela , não aceita a opção da irmã.Acho que ficaria mais feliz se não soubesse a verdade.Fique tao magoada com ela...sera que uma fase? Se o pai dela souber nao sei o que ele pode fazer.Agora eu fuço os email dela, o face, twitter ...tudo. Estou perdida, nao consigo conversar com ninguem sobre isto. Me ajude, por favor. Resposta: Entendo sua surpresa e preocupação, R.L., mas se você conversar mais com sua filha ( em

Murro em ponta de faca

A.M - ESTOU MTO CONFUSA COM UM AMOR,ESTOU COM UM HOMEM HA OITO ANOS E ELE ME DISSE QUE NOSSO RELACIONAMENTO NÃO PASSA DE UMA ILUSÃO.TO TRISTE, MAGOADA, PORQUE ELE HA MAIS DE UM MÊS SÓ FALA COMIGO POR CELULAR E NO FACE,NÃO QUER ME VER DE JEITO ALGUM.NÃO SEI O QUE FAZER, O QUE FALAR.. AMO POR DEMAIS ELE,NÃO TENHO FILHOS E ELE TEM.NÃO CONVIVO COM NINGUÉM DA FAMILIA DELE,É SÓ NÓS DOIS.SEMPRE O AJUDEI, MAS ALGUNS MESES ATRAS RESOLVI NÃO AJUDAR MAIS. QUERO ESQUECER, MAS NÃO CONSIGO ESTOU COM DEPRESSÃO, TOMANDO REMEDIOS FORTES ,CHORO DIA E NOITE. NÃO TENHO COM QUEM CONVERSAR E QUANDO O PROCURO ELE ME DIZ: "É SÓ ASSIM QUE IREI FAZER, FALAR CONTIGO NO CELULAR. NÃO QUERO TE VER". E ISTO ME DEIXA MUITO MAGOADA, PORQUE SEMPRE FUI HONESTA COM ELE.VC PODE ME AJUDAR? Resposta: Por que razão você se machuca tanto? Não percebe que está dando murro em ponta de faca ? Ele é ele, e o que está evidente é que está também sendo muito honesto e objetivo: não quer mais o relacionamento. Olhe p

O sentimento de desprezo

T.-Sou pedagoga,solteira,independente e tenho 33 anos.Trabalho com um professor que mexe com meu ego. Ele se aproximou jogando charme, um sorriso cativante e pouco depois me adicionou no facebook. Passamos a conversar pelo face durante algum tempo: desde julho / 2012 até meados de abril deste ano. a conversa virava a madrugada a ponto de desligarmos o computador às 3h da manhã, mas algo me chamou atenção: a quantidade de mulheres que tem no facebook  Muitas o convidam para sair, dizem que sentem saudade dele. Ele me chamou para sair no mês de abril / 2013. Saímos, conversamos e acabei esticando a noite com ele no motel. Depois desse dia,ele disse que a noite foi muito boa, mas que se arrependeu e pelo que percebeu brincou com os meus sentimentos.  De lá pra cá, ele me despreza. Fala quando quer, não me chama mais para bater papo no face, não responde as minhas mensagens, me ignora por completo. Parece que eu fiz um mal irreparável a ele. Não consigo entender esse tipo de comportam

Mitos e Verdades Sobre a Psicanálise

O paciente fala deitado no divã e o analista só escuta, sentado numa poltrona confortável. Clichê no cinema, a cena nem sempre é exatamente essa nos consultórios. Aqui, toda a verdade sobre o folclore que envolve essa relação tão delicada. Todas as terapias têm a mesma meta: lidar com a angústia e com o sofrimento, ajudando o paciente a ser mais feliz e a encontrar um sentido para a vida. Mas cada modalidade busca esses objetivos a sua maneira. Em alguns casos, a pessoa vai dramatizar e reviver situações pelas quais passou; em outros, vai tentar desatar nós desbloqueando tensões físicas. Na psicanálise, a fala é o fio condutor de um processo de autoconhecimento. Tudo começou com Freud, no início do século passado: ao receber pacientes que já tinham consultado todos os médicos de Viena, sem sucesso. Freud percebeu que o ato de falar, sendo ouvido por alguém, era terapêutico. Mais do que isso, esse discurso podia trazer à tona conflitos que estavam em outro lugar além da men

Pai X Filho

  C P.  Sou casada há 20 anos e tenho um filho de 13. Há pelo menos 2 anos a dinâmica familiar está bem complicada. Não sei se sou permissiva ou se meu estilo de educar é mais aberto do que o do meu marido, mas sinto que meu filho "joga" com o casal. Sei que no ano passado eu dei brecha para ele (filho) fazer o jogo, mas agora tenho tentado apoiar o meu marido para que o filho saiba que há regras, que os pais têm autoridade, etc.. Porém, o meu filho é muito questionador e um pouco egoísta, até porque é adolescente e filho único. E o meu marido tenta ser firme, mas muitas vezes é mais do que isso, beirando ao autoritarismo. Em resumo, a situação ficou tão ruim que o meu marido foi morar com a minha cunhada e só passa os finais de semana em casa. Só que, se por um lado a "pressão" melhorou, pois eles, de certa forma, disputavam a minha atenção, por outro lado, ficou mais pesado para mim que tenho que lidar com o meu filho praticamente sozinha no dia a dia. Agora,

A sordidez humana

A sordidez humana "Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós, que ri quando o outro cai na calçada?" Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é desproporcionalmente grande para tal anjo. Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos –

O complexo de vítima

O complexo de vítima Autopiedade, incapacidade fantasiosa, cárcere auto imposto, castigo, culpa, lamentação, resignação e reclamação. E tudo isso como se tivesse arrastando correntes com pesos de chumbo por onde passa. Esse é o retrato daquele que carrega em si o complexo de vítima. Um perfil preocupante, justamente por fazer o indivíduo crer que não é capaz de ter a própria vida nas mãos.  Buscam então através das reclamações que alguém se compadeça e os ajudem a mudar a própria vida. Alguns até se compadecem e tentam, mas existem coisas que ninguém realmente pode fazer por nós. Outros tantos sentem pena, repulsa, desprezo e aversão. O que só aumenta a sensação de ser um “coitadinho” realmente. O coitadinho busca amor, atenção e um salvador, mostrando ao mundo o quanto sofre! Por trás de sua “coitadez”, com frequência se encontra alguém que se acredita muito especial por aguentar isso tudo e que muitas vezes não sai de relacionamentos tóxicos por achar que o outro não sobrevi

Medo de voltar para casa

M.- Consegui sair de uma depressao que me acompanhava por 5 anos. Pra mim e dificil comentar sobre esse assunto, pois acho que ja passei por todas  as etapas possiveis com medicamentos e terapias. Tambem ja cansei do papel de vitima. Concordo com todas as suas publicacoes por experiencia propria, mas nao estou conseguindo controlar meus ataques de ansiedade causados por medos de perda.Essa situacao ja se tornou tao cansativa que nem animo e vontade de escrever sobre o assunto tenho. Sabendo disso, sei que e bem dificil pra voce poder fazer qualquer tipo de analise. Neste momento me encontro fora do Brasil ha quase 1 ano, onde vim meio que me esconder e tentar me curar.Enfim, da depressao consegui me livrar, mas .. Tenho que voltar pra minha familia, mas toda vez que penso em deixar meu companheiro que tem me ajudado muito nao consigo me livrar do panico. Um email seria pouco pra te explicar minha estoria e realmente ela ja me cansou.                         Resposta: A negação d

A delicada posição da "Outra"

( Alguém me perguntou porque a abordagem do tema aqui se dá no feminino. Estatisticamente são as mulheres que disparado mais procuram apoio, esclarecimento e orientação quando não mais suportam o peso de uma relação dessa natureza. São elas que se expõem e confessam não mais aguentar as frustrações por se sentirem sempre a segunda opção. São as mulheres também que mais constroem fantasias românticas de um futuro a dois, sem considerar a realidade.  São elas, enfim que procuram o meu consultório. ) Tornar-se amante de um homem casado é sempre uma questão delicada. Movido por diversos motivos –amor, paixão, carência, sexo, comodismo–, esse tipo de relacionamento é mais comum do que se imagina e sempre esbarra nos limites da razão. Há mulheres que se sentem à vontade no papel da "outra" e desfrutam, sem culpa, da condição.Especialistas afirmam, no entanto, que ser amante é alternar, o tempo todo, sofrimento e prazer.  As vantagens são a constante e intensa excitação iner

A Psicoterapia de Orientação Analítica

A Psicoterapia de Orientação Analítica Está incluída nas psicoterapias de insight (compreensão interna) e utiliza como referencial teórico a Psicanálise, por isso também é chamada de Psicoterapia Psicanalítica. Parte, portanto, de certas premissas básicas, como a existência de um sofrimento psíquico, de natureza consciente, que pode ter sido desencadeado por fatores externos atuais, mas que está intimamente relacionado a conflitos (emocionais) internos, estes eminentemente inconscientes, vinculados, por sua vez, a padrões estruturais da personalidade. O processo terapêutico se baseia em dois pontos principais: 1. Na livre associação, quer dizer, o indivíduo em tratamento psicoterápico de orientação analítica deve ser capaz de comunicar todos os pensamentos e sentimentos que surgem durante a sessão terapêutica (freqüentemente de uma, duas, a três vezes por semana), o que vai permitir que o terapeuta compreenda os diversos significados conscientes e inconscientes dos mesmos. 2

Antidepressivos sem terapia não têm efeito

Os médicos precisam reconsiderar a forma como estão prescrevendo antidepressivos.Os estudos mais recentes vêm mostrando que os antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcionamento não está normal. Mas essa mudança no "hardware" do cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no "software" - na mente do paciente - algo que não é suprido pelos antidepressivos, só podendo ser alcançado mediante a psicoterapia ou terapias de reabilitação. O alerta contundente está sendo feito pelo renomado neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque (Finlândia).Trata-se de uma posição surpreendentemente franca, principalmente vinda de um neurocientista respeitado mundialmente. Afinal, milhões de pessoas em todo o mundo tomam antidepressivos seguindo receitas de seus médicos, e as empresas farmacêuticas têm faturado bilhões de dólares vendendo essas drogas.Será então que um sistema tão a

Abuso Sexual Infantil

Abuso Sexual Infantil  Muitos pensam que abuso sexual infantil é ter uma relação sexual completa com uma criança, mas a definição é muito mais ampla. Podemos caracterizar como abuso : tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança com objetivo de satisfação dos desejos; forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual. Fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual. Forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos. Expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual. Usar a criança em apresentação sexual como fotografia, brincadeira, filmagem ou dança, não importa se o material seja obsceno ou não. O número de crianças e adolescentes abusados sexualmente no Brasil é cada vez maior, mas só uma minoria apresenta queixa. Isso se dá devido ao grande trauma psicológico acarretado e também porque muitas vezes o abusa

Sadomasoquismo

SADOMASOQUISMO: ENTENDA A PRÁTICA ABORDADA POR '50 TONS DE CINZA' O sadomasoquismo representa o casal, composto por um sádico, que gosta de provocar sofrimento; e um masoquista, que desfruta do prazer de sentir a dor. Um masoquista não vive sem um sádico e vice-versa. Este tipo de comportamento sexual veio à tona com a chegada ao Brasil do livro Cinquenta Tons de Cinza da autora inglesa Erika Leonard James. Com base em sua própria experiência profissional a sexóloga Carla Cecarello afirma que é uma parcela pequena da sociedade que se encanta com chicotes, tapas e velas – um número inversamente proporcional aos milhões de interessados no livro e neste tipo de história. Ao fenômeno de vendas, ela atribui o aspecto comportamental que está por trás da agressividade na cama. A sexóloga explica que o sadomasoquismo existe em diferentes graus, e pode estar presente mesmo sem todo o estereótipo que cerca a prática. “Às vezes o casal não é sadomasoquista na cama, mas, na atitud

A Síndrome da Insatisfação Crônica

W.-Tenho 21 anos, moro em Sp e muitas vezes acho que não me encaixo nessa sociedade, não sei se é necessidade de estar livre, mas as coisas que a sociedade impõe não são do meu agrado. Todos acham que uma faculdade é essencial,talvez seja, mas não tenho essa necessidade e acho que se fizer vou fazer frustada. Já passei em uma faculdade publica e um curso técnico em épocas diferentes e optei por não fazer. Trabalho em um escritório, ganho bem para minha idade, mas não gosto do que faço e penso constantemente em me demitir.  Meus empregos duram pouco sempre por isso. Não tenho grandes necessidade com coisas materiais. As pessoas geralmente dizem que queriam ter as oportunidades que tenho, de cursos, empregos, família etc. Como disse não sei se isso é necessidade de ser livre.. Já pensei em virar mochileira mas tenho medo de não conseguir me sustentar diariamente e acabar ' perdida'. Não sei o que faço se continuo nessa insatisfação, mas com uma vida segura, ou se me arrisco

O Transtorno de Estresse Pós-Traumático

O transtorno de estresse pós-traumático acontece quando se vivencia um trauma emocional de grande magnitude. Esses traumas incluem guerras, catástrofes naturais, agressão física, estupro e sérios acidentes. Geralmente as situações estão relacionadas a uma ameaça real ou possível à sua vida ou integridade física e mental e engloba as seguintes características: *Reviver o trauma através de sonhos e de pensamentos;  *Esquiva e isolamento social: a pessoa foge de situações, contatos e atividades que possam reavivar as lembranças dolorosas do trauma; *Hiperexcitabilidade psíquica e psicomotora: taquicardia, sudorese, tonturas, dor de cabeça, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância.  A pessoa tem recordações com muita aflição, incluindo imagens ou pensamentos do trauma vivenciado. Sonhos amedrontadores também podem ocorrer e o indivíduo pode agir ou sentir como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente. Um grande sofrimento psicoló

O sofá do passado

S.- Tenho 46 anos um filho de 20 e estou no segundo casamento. Fui casada 20 anos e precisei ter muita força para enfrentar minha separação e mais ainda para casar novamente. Quando eu era jovem, era uma pessoa sagaz, atirada e me destacava. Tinha espírito combatente e isto me possibilitou muito cedo conquistar empregos em empresas cobiçadas.  Acabei casando cedo, acho até que tinha baixa auto-estima  achava que não era merecedora de um marido que me amasse de verdade e me respeitasse. Eu me "contentava" com minha vida instável, cheia de altos e baixos e me dediquei fortemente à criação de meu filho e a fazer aquele relacionamento durar. Até que não aguentei, pois os problemas foram piorando (bebidas, traições) e me separei. Neste ínterim sufoquei o meu potencial para o trabalho. Não fiz faculdade . Voltei para o mercado de trabalho aos 39 anos.  Já tentei várias áreas, mas não me encontrei. Diante de tantas tentativas, sinto que me perdi. Hoje eu trabalho como corret

Como saber se o ciúme é normal ou doentio?

De modo geral, o ciúme é uma emoção comum. De tempos em tempos somos levados a experimentar esse sentimento no campo do que poderíamos chamar "normal". E por ser uma emoção comum, se torna difícil, em muitos casos, distinguir entre o normal e o patológico. Existem quatro tipos de ciumentos: o zeloso, o enciumado, o ciumento e o delirante, capaz de matar caso se sinta traído. Em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza freqüentemente se torna vaga e imprecisa. No ciúme as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas ou francamente delirantes. Depois das idéias de ciúme, o ciumento é compelido à verificação compulsória de suas dúvidas.  Verifica se a pessoa está onde e com quem disse que estaria, abre correspondências, ouve telefonemas, examina bolsos, bolsas, carteiras, recibos, roupas íntimas, segue o companheiro, contrata detetives particulares. Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente

Vampiros Energéticos

Vampiros Energéticos: 10 formas de identificar o sugador Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando? É  claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os vampiros desaparecem, certo? Errado! Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e com quem convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia”, pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abas