segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Q.I.(coeficiente Intelectual) X Q.E.(Coeficiente Emocional)




Foi-se o tempo em que era prioridade medir o coeficiente de inteligencia, hoje se prioriza o coeficiente emocional.

Voltando um pouco na história, encontramos que tentativas humanas de quantificar a “qualidade das pessoas” se fizeram muito presentes à contar de 1918, quando a 1a. Guerra Mundial introduziu o uso em massa dos testes de QI (Coeficiente de Inteligência), que media e quantificava o potencial intelectual dos indivíduos. 
Quem já não ouviu frases do tipo: “Meu filho é um gênio, pois tira nota 10 em todas as provas." E quem não viu também que este mesmo filho não foi capaz de se organizar ou se estabilizar profissionalmente depois de formado ?

 Os conceitos tradicionais de habilitação acadêmica, notas escolares e credenciais avançadas simplesmente não são capazes de predizer o desempenho profissional de ninguém e nem mesmo se uma pessoa irá ou não vencer na vida. 

Em lugar disso,um conjunto de outros tipos específicos de competências como empatia, entusiasmo, autodisciplina, iniciativa, tolerância com os próximos, auto-confiança, capacidade de administrar frustrações, distinguem os bem sucedidos dos outros.
É grande o número de pessoas incapazes de aceitar críticas, ficando na defensiva ou hostis quando alguém lhe dá um retorno sobre como estão se saindo. Reagem a essa avaliação como se fosse um ataque pessoal. E é grande também o numero de pessoas que não sabe compreender os sentimentos alheios, passando como um trator por cima dos outros.

Os conhecimentos técnicos especializados são e sempre serão fundamentais, sendo o recurso que nos possibilita realizar um determinado trabalho, porém o desenvolvimento de habilidades emocionais é o que dará sustentabilidade dessas relações de trabalho ao longo do tempo. Essas habilidades incluem: 

- empatia;
- auto-confiança 
- gerenciamento de si mesmo e suas emoções;
- capacidade de tolerar frustrações; 
- tolerância nas relações interpessoais; 
- facilidade de sociabilização, entre outras.

5 comentários:

  1. Muito boa observação.Espero que essa característica seja tão valorizada atualmente quanto a quantidade os bens materiais ostentado por uma pessoa na nossa sociedade .Talvez esse seja um caminho a felicidade ?

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  2. Sabemos que há exercícios específicos para melhorar a eficiência intelectual, conhecidos como ginástica mental. O que podemos fazer para melhorar o coeficiente emocional? Como aprender a aceitar críticas, conselhos sem se justificar, ficar na defensiva ou jogar a culpa em outros?

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    1. Caro Anonimo, pesquisas cientificas atuais, aplicadas pelas neurociências apontam que a psicoterapia - em especial a Psicanalise- altera e amplia a rede de conexões dos neuronios cerebrais, proporcionando uma expansão e modificação dos nossos pensamentos. Com isso, por consequencia, podem ser conquistados novas atitudes frente às emoções .Abraço

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    2. http://avidanoespelho.blogspot.com.br/2012/12/psicanalise-altera-conexao-dos-neuronios.html

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  3. Não me parece que seja o que as empresas venham valorizando, vemos tipos com traços até de psicopatas sendo super valorizados.

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